O Plano Nacional de Arborização Urbana (PlaNAU) é o primeiro instrumento federal de planejamento voltado à arborização urbana no Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e implementado pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade no âmbito do Programa Cidades Verdes Resilientes (PCVR). O projeto busca ampliar a cobertura arbórea nas cidades brasileiras por meio de diretrizes nacionais, fortalecimento da governança climática e apoio técnico aos entes subnacionais. Construído de forma participativa, o PlaNAU integra políticas urbanas, ambientais e climáticas, promovendo soluções baseadas na natureza para enfrentar desafios como ondas de calor, enchentes, poluição e perda de biodiversidade, contribuindo para cidades mais resilientes, saudáveis e sustentáveis.
Período de implementação:
Desde fevereiro de 2025 – em andamento. O processo participativo foi oficialmente lançado durante o Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, realizado em Brasília, em 11 de fevereiro de 2025.
Organizações implementadoras:
A elaboração do plano foi coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), por meio da Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental (SQA), em parceria com a Universidade Federal do Alagoas (UFAL) e o ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade. Contou também com o apoio de instituições de ensino e pesquisa representadas pela INESC P&D Brasil, da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), do Fórum de Secretários(as) de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras (CB27), da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma), da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), do Conselho Federal de Biologia (CFBio), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), além dos governos municipais de Campinas, Manaus, Curitiba, Recife e Campo Grande, e dos governos estaduais de São Paulo, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul
Território(s) onde foi implementado:
Abrangência nacional, com foco em áreas urbanas e periurbanas brasileiras. O processo participativo incluiu oficinas regionais previstas para Manaus, Recife, Campo Grande, Campinas e Curitiba. O plano prioriza regiões metropolitanas e municípios com alta vulnerabilidade social e climática, especialmente periferias urbanas e áreas com baixa cobertura arbórea.
Produtos desenvolvidos:
Resultados de destaque: